Os Mostrengos - Parada dos sete mares
pensar no gigante, na rua, no espaço público, na performancetodos os públicos . 01h00Os mostrengos nascem do universo popular. Nascem também das ilusões e das pequenas ilustrações que povoavam os mapas marítimos antigos, quando algum marinheiro não sabia se naquele lugar existiria uma criatura marinha capaz de derrubar o barco e a sua vida.
Esta é uma viagem pelo imaginário. Diversos peixes, criaturas de grande escala, irão ocupar o espaço público e criar aqui uma imagem simbólica de um peixe fora de água. Convidam-nos a observar o aquário onde a densidade do ar é o único elemento que nos separa e, assim, cruzar linguagens e misturar universos, dando à realidade do quotidiano uma dimensão poética.
Esta criação nasce do convite da Volvo Ocean Race, Lisboa 2017. “O mar é o que nos une”.
Sustentabilidade, harmonia entre o homem e a natureza, o enaltecimento da força humana, da coragem, da conquista! O homem capaz de vencer os medos! De vencer os seus monstros!
atividades paralelas
colaboradores . parceiros . coprodutores
- Volvo Ocean Race
vídeo
- Vídeo Promocional 2017 [PROMOCIONAL]
- Vimieiro Reconquinho 2021 [PROMOCIONAL]
ficha artística
DIREÇÃO ARTÍSTICA Filipa MesquitaINTERPRETAÇÃO Alexandre Guaraci, André Lima, Eurico Santos, Luís Almeida
MARIONETAS Marta Fernandes da Silva
APOIO À CONSTRUÇÃO DAS MARIONETAS Sérgio Moras
FIGURINO E ADEREÇOS Filipa Mesquita
MÚSICA CÉNICA André Lima
VÍDEO PROMOCIONAL Viver os Rios
PRODUÇÃO Teatro e Marionetas de Mandrágora
APOIO República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, Município de Espinho / Museu Municipal de Espinho, Município de Gondomar, Volvo Ocean Race
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ARQUIVO IMAGEM PROMO 7.8 MBDOSSIER PROMOCIONAL - PT 4.1 MB
DOSSIER PROMOCIONAL COMPRESSED - PT 2.4 MB
teatro caminheiro
O ar livre, a rua, o exterior, soam tão bem como modos de estar quanto forma de dialogar artisticamente. Este é o espaço privilegiado para a vivência comunitária.Num país como Portugal, a ocupação do ar livre, das praças, dos jardins, das praias é fundamental. Lugar que o sol ocupa e onde as famílias, as crianças e os espetadores acorrem para fazer da criação o seu lugar de contacto artístico onde o céu e a paisagem são a cenografia de fundo.
Desde sempre, quer seja em pequeno ou grande formato, em contextualizações históricas ou na presença dos muitos festivais, existem espaços natureza, espaços urbanos magníficos presentes no território. Espaços que vamos a povoar com inúmeras propostas nesta forma de estar, artística, com os seus modos tão particulares de se fazerem acontecer. Sejam criações, deambulações ou a apresentação do nosso tão acarinhado Teatro Dom Roberto, pensamos que a rua, o espaço ao ar livre, faz parte da nossa caminhada artística.
A rua não é simples, joga-se com a imprevisibilidade atmosférica, com a inconstância do espaço e das suas dinâmicas sociais, mas leva-se no imediato com a população local, com a população que faz deste momento um espaço de memórias. Estimamos imenso o espaço exterior e sentimos que estamos no lugar ideal para o fazer acontecer.










