capucha vermelha

colaborações em cena

Xerazade não está só!

"de António Torrado"
M/6 . 50 mns
2008

19ª produção da companhia
INSTAGRAM #xerazade_marionetas_mandragora

em co-produção com

ARTEMREDE - Teatros Associados
Lua Cheia - Teatro para Todos

sinopse

O espectáculo “Xerazade não está só” resulta de um desafio colocado pela consolidação natural da actividade da Artemrede após três anos de existência: havendo tanta procura por parte dos nossos associados de espectáculos vocacionados para o público infanto-juvenil, e sendo a oferta por vezes de tão fraca qualidade, porque não produzir a Artemrede o seu próprio espectáculo nesta área?
E o que fazer para esta faixa etária que pudesse também agradar aos mais velhos? Sendo o teatro de marionetas uma das áreas artísticas mais estimulantes da actualidade, pensámos em misturá-la com a ancestral arte de contar estórias. E uma das mais conhecidas contadoras de estórias de sempre é a frágil mas engenhosa rapariga que, para salvar a sua vida, entretém um califa durante 1001 noites, narrando-lhe um nunca acabar de aventuras. O seu nome: Xerazade.
A primeira versão do livro surgiu na Pérsia, actual Irão, no século X e resultava da sua tradição oral, nomeadamente dos contadores de estórias que atraíam multidões nas ruas e mercados. Mas rapidamente se tornou um texto incontornável da cultura universal, contribuindo para o imaginário de milhões de pessoas: Sinbad, Aladino, Ali Babá e os Quarenta Ladrões são apenas algumas das estórias com que Xerazade entretinha o califa e com que tantos pais ou avós entretiveram os seus filhos ou netos.
E porque a responsabilidde era muita, rodeámo-nos de uma excelente equipa: a Lua Cheia e o Teatro e Marionetas de Mandrágora, o António Torrado para a reescrita do texto, a Carla Chambel como protagonista, liderando um elenco de carne e osso e madeira e espumas e fios e etc, e a magnífica suite sinfónica do compositor Russo Rimsky-Korsakov, cujo centenário da morte se celebra em 2008 a inspirar o ambiente sonoro criado pelo Cristiano Barata.
Deslocando o contexto de forma criativa, mas mantendo a intemporalidade de Xerazade e de Sinbad, o Marinheiro, “Xerazade não está só” é muito mais do que teatro com marionetas; é uma aventura em que cada espectador navega no seu próprio mapa do imaginário.

festivais | encontros visitados


Festival Outono Vivo - 2009
(Teatro Micaelense Centro Cultural e de Congressos, SA)

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